quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Diferenças entre bom jogador de futebol e crack


Em muitos casos, o talento não corresponde ao desempenho de um atleta. Jogadores maravilhoso tecnicamente, apenas em equipes menores, sem glória. Tudo o que temos em mente, os jogadores com virtudes impressionantes sem reconhecimento na elite. A diferença entre eles, concentra-se em sua mente, sua vontade de vencer e melhorar.

Cristiano Ronaldo, com 17 anos, foi um grande jogador de futebol. Ele tinha um físico invejável, drible e velocidade. Durante várias temporadas, ele deu o seu melhor desempenho nas grandes corridas. Em momentos-chave, a ansiedade dominou o jogo dele. Sua mentalidade mudou, marcou no Camp Nou e o pesadelo tornou-se seu melhor cenário.
Guti, um dos melhores caseiros "de fábrica". Ninguém duvidava de seu talento com a bola nos pés, mas sua mente piscando o fez pagar caro. Ele nunca consolidou-se como indiscutível jogador, teve uma carreira cheia de luzes e sombras.
Navas, em sua juventude, tinham concentrações de pânico longos. Por esta razão, ele levou anos para se juntar chegar equipe nacional. Felizmente, finalmente limpou a mente e é importante na seleção e jogador do City.
Estes são alguns exemplos, existem muitos mais. Para vencer, você precisa da força mental, porque há momentos sempre difíceis. O vencedor vai ver em cada desafio uma oportunidade de excelência. Sem capacidade de sofrimento, você não pode atingir os objetivos. Enquanto a cabeça persiste, o físico também responde, é melhor ter uma cabeça privilegiada. Conviver com pressão, as expectativas, no centro do furacão, apenas um grupo seleto pode.
Se você quer ser vencedor, comece mudando seus hábitos mentais. Se você se vê como um vencedor, você vai acabar sendo. Se você acha que você cair, você vai cair muitas vezes.
Como diz um ditado chinês: "Se você cair sete vezes, levante-se oito".

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

23 Princípios Táticos do Jogo.

Neste preciso momento, se percorrermos as várias bibliotecas em busca de livros que possam ajudar a compreender a organização tática do futebol, é muito provável que vamos encontrar poucos ou nenhum livro acerca o assunto. Infelizmente existe um défice muito elevado no mercado naquilo que diz respeito à mecânica do futebol, seja organização tática ou treino, optando a maior parte dos autores que ainda publicam alguma coisa, escrever apenas superficialmente acerca o assunto. É de fato, difícil encontrar excelentes livros de futebol.

Desta forma, para facilitar a pesquisa do leitor, decidi reunir em apenas um artigo, os princípios gerais, operacionais e fundamentais ou específicos do futebol, para que seja mais fácil encontrar muita informação em apenas um texto. Não será desta vez que vou aprofundar cada um dos princípios, será numa próxima vez, mas será muito importante compreender qual a utilidade de cada grupo de princípios.

       Princípios gerais de jogo

       Em todas as fases do jogo existe um confronto entre os jogadores da nossa equipe e os jogadores da equipe adversária. Estes princípios são assim nomeados porque são comuns a todas essas fases do jogo, independente se a nossa equipe tem a bola ou não. São apenas três e procuram gerir a quantidade de jogadores numa determinada zona do campo em comparação com a quantidade de jogadores adversários nessa zona do campo. São eles:

       1- Não permitir a inferioridade numérica
       2- Evitar a igualdade numérica
       3- Procurar criar a superioridade numérica


       Através destes três princípios de jogo, na construção do nosso modelo de jogo, devemos desenhar as zonas do campo onde é provável que a equipe vá disputar a bola. Então, nessas zonas do campo e dependendo da fase em que a equipe se encontra, devemos sempre tentar seguir estes princípios de jogo. Por exemplo, se a nossa equipe atacando e busca cruzamento por um corredor lateral, existem duas zonas muito importantes: a zona de finalização, em frente ao gol, e o corredor lateral onde se encontra a bola. Em ambas as situações, se possível, devemos pelo menos criar igualdade numérica entre jogadores das duas equipes. No corredor lateral, o nosso objetivo é evitar coberturas defensivas por parte da equipe adversária, pois isso fará um jogador oponente tentar o desarme. Na zona de finalização, aumenta a dificuldade da equipe adversária em ocupar espaços de forma equilibrada. (Referências: Queiroz, 1983; Garganta, Pinto 1994)

       Princípios Operacionais de jogo

       Claude Bayer (1994, p. 145) definiu 10 princípios operacionais no futebol. Esses princípios regulam as ações dos jogadores em diferentes fases do jogo, mas não são comuns a todas elas. Estão divididos em dois grupos, onde cinco princípios pertencem ao processo ofensivo e cinco princípios pertencem ao processo defensivo. Os princípios operacionais de jogo são:

 Quando a equipe tem a posse de bola

       4- Conservar a bola
       5- Construir ações ofensivas
       6- Progredir pelo campo de jogo adversário
       7- Criar situações de finalização
       8- Finalizar ao gol adversário
Quando a equipe não tem a posse de bola

       9-  Impedir a progressão do adversário
       10- Reduzir o espaço de jogo adversário
       11- Proteger o gol
       12- Anular as situações de finalização
       13- Recuperar a bola
       Estes princípios não se impõem pelas zonas do campo ou se é fora ou dentro do centro de jogo.  Impõe-se sim, pela situação de jogo e pelo objetivo dessa situação de jogo. Por exemplo, vamos distinguir duas equipes com métodos ofensivos totalmente diferentes: uma com ataque posicional e outra com contra-ataque. A primeira joga sempre em bloco alto para se manter perto da baliza adversária e a segunda em bloco baixo, para ter espaço livre para percorrer com a bola. Então, a primeira tenta recuperar a bola longe da própria baliza e a segunda perto da própria baliza, e o mesmo equivale para a redução de espaços. A equipe que ataca posicionalmente reduz o espaço ao adversário com vista a recuperar a bola perto do alvo, para criar uma situação de finalização rapidamente, e a equipe que contra-ataca reduz o espaço próximo do próprio gol para recuperar a bola com espaço para progredir. Apesar dos objetivos serem diferentes, os princípios operacionais de cada uma das situações de jogo são exatamente os mesmos.

       Princípios fundamentais ou específicos de jogo

       Estes princípios têm a utilidade de orientar individualmente o jogador em prol da equipe. Estão relacionados diretamente ao centro de jogo, buscando uma solução para que a equipe possa levar a bola para zonas mais importantes do terreno. Estes princípios orientam o comportamento do portador da bola, do primeiro opositor, dos colegas de equipe do portador da bola e dos restantes adversários. Os princípios são:

 Para a equipe com a posse de bola

       14- Penetração
       15- Cobertura Ofensiva
       16- Mobilidade
       17- Espaço
       18- Unidade Ofensiva
Para a equipe sem a posse de bola

       19- Contenção
       20- Cobertura defensiva
       21- Equilíbrio
       22- Concentração
       23- Unidade defensiva
        Geralmente,  num centro de jogo, existem sempre dois grupos de jogadores por equipe: o de posse da bola e os colegas, no lado da equipe de posse de bola, e o primeiro oponente e os seus colegas, na equipe sem posse de bola. Sempre verificamos que o portador da bola procura progredir no campo, cumprindo assim o princípio da penetração. Quanto ao primeiro opositor, deve colocar-se entre a bola e o gol, tal como indica o princípio da contenção. Os restantes colegas destes dois jogadores colocam-se em posição que seja favorável a estes dois jogadores, cada um em apoio ao jogador da sua equipe. Um pequeno aparte nestes princípios são os princípios das unidades ofensiva e defensiva. Em ambos os casos se procura relacionar a organização ofensiva e defensiva de ambas as equipes, onde se procura o equilíbrio posicional entre os jogadores da mesma equipe. ( Referências: Worthington, 1974; Hainaut, Benoit, 1979; Queiroz, 1983; Garganta, Pinto, 1994; Castelo, 1999)

       Conclusão

       Atribuindo valor a cada um dos princípios de jogo, é fácil chegar a um contexto para criar o nosso modelo de jogo. Através da análise prévia de uma equipe, é possível reconhecer quais são as zonas mais prováveis do campo onde acontecerão determinadas ações. Através dos princípios de jogo, podemos atribuir uma resolução a cada uma dessas ações no campo, de forma a aumentar a probabilidade da nossa equipe alcançar o gol.  Numa outra situação, aprofundaremos estes vinte e três princípios de jogo, mas por agora, ficaremos por aqui.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

5 Dicas para realizar a transição ofensiva com sucesso

       Claramente todos reconhecemos que não é só de organização tática que se constrói uma equipe de futebol. Existem várias vertentes diferentes que o treinador precisa saber para que a equipe possa lidar com vários fatores e evoluir progressivamente. Os leitores mais fiéis da nossa comunidade já reconheceram porque razão os assuntos dos artigos são variados. Treino, Psicologia e Organização tática são as três categorias principais que aqui discutimos, mas é organização tática que vamos estudar desta vez.

       José Mourinho sempre valorizou as transições de jogo como momentos cruciais para a organização da equipe. Se a transição for bem efetuada, a equipe estará corretamente posicionada para jogar. Para o exemplo deste artigo, se a equipe realizar a transição ofensiva de forma correta, os jogadores estão melhores posicionados para construir ações ofensivas de qualidade. Isto é, se pretendemos atacar por um lado do campo e colocamos nesse lado, jogadores capazes de atacar como queremos, é mais provável que esses jogadores consigam levar a bola até zonas mais adiantadas do terreno, onde é possível a equipe criar mais e melhores situações de finalização. Segue uma lista de tópicos, diferenciando com os passos para criar uma transição ofensiva de qualidade.

       1. Obter informações detalhadas a cerca do adversário

       Infelizmente, nem sempre é possível entrar em um jogo conhecendo como o nosso adversário vai jogar, principalmente em equipes de base. Mas é possível obter essas informações durante a partida de futebol, analisando como o nosso adversário está  ogando. A partir das informações colhidas, podemos traçar uma forma para a equipe realizar a transição ofensiva. Como está jogando nosso adversário? Pressiona muito no nosso meio-campo ou deixa jogar livremente? Onde cria as zonas de maior pressão? Quais são os jogadores fundamentais na organização adversária? E como podemos desorganizar essa organização defensiva? Habitualmente, se demoramos imenso tempo a levar a bola ao ataque (transição ofensiva) ou se a levamos pelos meios errados, é possível que o adversário esteja pronto para defender, o que diminui as chances de criar uma finalização bem sucedida. Por outro lado, se formos rápidos de mais, pode haver o risco de fazer uma jogada precipitada e a nossa equipe não estar pronta para defender. Através destas informações podemos definir qual é o nosso ritmo de jogo para levar a bola ao ataque, de forma equilibrada tanto defensivamente quando ofensivamente.

       2. Analisar as informações recolhidas

       Sabendo como joga nosso adversário, apenas precisamos procurar um encaixe tático entre a nossa equipe e a equipe adversária. Revemos quais são os processos que temos disponíveis na nossa equipe, isto é, os que já treinamos previamente durante a semana, e escolhemos aqueles que vão de encontro aos pontos fracos do nosso adversário. Por exemplo, a habilidade da nossa equipe é a amplitude de jogo, temos extremas fortes tecnicamente, e dois jogadores que sempre vão à área adversária vindos de trás, que finalizam bem ao primeiro toque mas são fracos no jogo aéreo. E para o adversário, temos uma equipe que pressiona muito no nosso meio-campo, mas é igualmente fraca no jogo aéreo em frente ao nosso gol. Bem, juntando estas duas informações, podemos criar um processo ofensivo que possa colocar a bola nos extremas (tal como a equipe ataca em amplitude) e levar um jogador de cada lado do campo a apoiar o extrema quando este recebe a bola.


       Analisando as informações que temos acerca do nosso adversário, podemos explorar os seus pontos fracos e encontrar uma forma de os explorar. A importância da análise de informações detalhadas acerca do nosso adversário, reside em evitar perca de tempo e desgaste desnecessário a tentar levar a bola até ao gol sem resultado.

       3. Escolher uma forma de atacar

       Através da análise já feita, já sabemos quais são os pontos fracos do adversário (jogo aéreo) a defender e como este tenta impedir a bola de lá chegar (forte pressão a meio-campo). Desta forma, sabemos que será importante ganhar a bola no meio-campo para evitar a pressão adversária, assim como após o meio-campo, levar a bola para um dos extremas da nossa equipe, que será apoiado por um jogador. A troca de flanco, seja pelo ar ou pelo chão, será uma excelente ideia para utilizar neste jogo, não só porque retira a bola da zona de pressão (e haverá muitas zonas de pressão), como a coloca num espaço vazio onde podemos progredir no terreno para alcançar os extremas. Então a nossa transição ofensiva será feita através da manutenção da posse de bola.

       4. Escolher as movimentações e os posicionamentos

       Se já sabemos como vamos atacar, devemos agora organizar os jogadores. Peço atenção a um pormenor muito importante: a transição ofensiva deve coincidir com o momento ofensivo. Atendendo a isto, precisamos criar movimentações dos jogadores que possam levar os extremas a ser bem servidos e apoiados em momento ofensivo, tal como a liberar espaço para a entrada dos dois jogadores. Vamos começar pelos extremas e vamos pensar assim: vamos fazer troca de flanco na transição ofensiva e apoiar o extrema no momento ofensivo. Nada melhor que ter o lateral subindo. Assim ao receber a bola e estará pronto para apoiar no momento ofensivo. Agora, para organizar a entrada dos dois jogadores, também precisamos de um plano.


        Podemos criar aleatoriamente na entrada desses jogadores. Ora um deles tanto apoia o extrema do seu lado do campo, e entra o outro para finalizar, como apenas entra um e o outro fica atrás para receber a bola no pé, ou ainda entram os dois para finalizar. Através da movimentação de apenas dois jogadores ainda durante a transição ofensiva, temos três opções diferentes no momento ofensivo para tratar da bola. A isso, incluímos também a imprevisibilidade da equipe através da forte mobilidade dos nossos jogadores.

       5. Obter o feedback da decisão escolhida

       Durante o jogo, escolhemos a nossa movimentação e posicionamento para a nossa transição ofensiva, de forma que seja possível levar a bola ao ataque e explorar os pontos fracos adversários. Mas só no jogo poderemos saber se a decisão foi ou não a mais acertada. O nosso dever é voltar ao primeiro passo aqui descrito, observar a analisar o adversário e reconhecer se devemos manter o nosso processo de jogo ou se devemos fazer alterações. Se pudermos atribuir princípios que regem as decisões do treinador, o princípio do feedback seria um dos princípios fundamentais da organização de jogo por parte do treinador.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Confira 3 dicas essenciais para melhorar o rendimento da sua equipe

Desde o início de qualquer coisa que façamos, começamos sempre pelo básico, ou pelas bases se preferirem chamar. Nas aulas de língua portuguesa ou brasileira, onde estudamos o nosso idioma, a primeira coisa que nos ensinam é o abecedário para depois aprendermos a ler. Na matemática, aprendemos os números, para depois aprendermos a fazer contas. Desta forma, vamos de encontro a três bases do alto rendimento, compreendendo o que representa cada uma dessas bases para criar uma equipe vencedora



       Primeira dica: aprenda a fazer exercícios

       Desde que foi dado o primeiro treino no futebol, que o treino é visto como um recurso para melhorar o atleta. Em outros tempos, a condição física era creditada como base de sucesso do rendimento do jogador. Hoje, acredita-se que a base do sucesso é a organização tática, técnica, inteligência, entre outros, incluindo também a forma física. Mudam-se os tempos, mudam-se as formas de trabalhar e de ver o futebol, mas o treino nunca foi posto de lado. Através do exercício, coordenado com outros exercícios, coordenado com o que pede a realidade do futebol, coordenado com o que pede o modelo de jogo ou a ideia do treinador, é possível modelar o atleta para aquilo que queremos dele. Por exemplo, através de um exercício, podemos: aumentar o poder físico do atleta; melhorar a capacidade técnica; motivar o jogador; ensiná-lo a querer mais do jogo, a querer vencer; e são agora tantas coisas que podemos modelar num jogador através de um exercício que podíamos dedicar um artigo só a este tema.

       Pessoalmente, acredito que treinar é uma habilidade e treinar bem é uma arte. Nem todos os treinadores são capazes de treinar bem, porque treinar já não é apenas desenhar exercícios. Tem sempre mais por trás. Treina-se o físico, que é o mais fácil, treina-se o técnico, treina-se o tático, e por fim treina-se o psicológico, que é o mais difícil. É fácil desenhar exercícios. Porém, o difícil é encaixá-los uns nos outros, onde, à medida que o treinador vai evoluindo ou trocando os exercícios, o jogador evolui para um modelo de jogador que esse objetivo pretende. Por exemplo, neste artigo, traçamos uma idéia de jogo e alguns exercícios para tentar alcançar essa idéia de jogo.

       Segunda dica: estude a periodização tática

       Mais falada que compreendida. A periodização tática é neste momento, o melhor método de treino que existe, ou então é considerado por muitos o melhor método de treino que existe. Relaciona a capacidade física, técnica, psicológica e tática do atleta, treinando-as em conjunto, sempre com a vertente tática a "orientar" as outras três capacidades do jogador. Através da periodização tática, dividimos o treino em iguais períodos, onde de semana a semana, o período de treino é o mesmo e os objetivos do treino são os mesmos. Num dia treina-se um princípio de jogo por exemplo, no outro dia treina-se outro principio de jogo. Na semana seguinte, faz-se exatamente o mesmo treino, onde o primeiro princípio é treinado no primeiro dia, e o segundo princípio é treinado no segundo dia. No entanto, de semana a semana, diferem os sub-princípios relacionados com cada um desses princípios de jogo, alternando os exercícios e as lições que os jogadores vão aprendendo. Vamos supor que numa quarta feira, treinamos a saída de jogo em amplitude. Na primeira semana, treinamos a saída pelas laterais, na segunda semana, pelo centro, e na terceira semana, juntamos as duas. O que acontece aqui é que, em todas as quartas feiras, treinamos a saída de jogo, mas de semana a semana, variamos os estímulos do treino, para aquilo que nós queremos evoluir nos jogadores. 

       Terceira dica: aprenda a espiar adversários

       Nem sempre é fácil saber como o adversário vai jogar. Tanto pode ser por não termos quem analise os adversários, como pode ser por culpa da diretoria, que não quer gastar dinheiro em alguém que analise o adversário. Porém isso é muito importante, e quando mais e melhor conhecermos o adversário, melhor podemos preparar o próximo jogo. Sabendo da importância de modelar o jogador através do exercício correto, como foi visto acima, podemos preparar os jogadores para aquilo que queremos que eles façam durante o próximo jogo. Se queremos que eles ataquem por um lado do campo, podemos servir-nos de exercícios posicionais para os incentivar a atacar por esse lado do campo. A ideia aqui, é conhecer um adversário, traçar uma estratégia para o enfrentar e treiná-lo de forma que os jogadores joguem a nossa estratégia. Pessoalmente valorizo imensamente a observação dos adversários, porque nos dá uma vantagem para o próximo jogo, unicamente porque vamos bem preparados para o jogo. Isto, claro, se soubermos relacionar o relatório do adversário com o treino. 

       Feito isto, penso que apenas resumindo e juntando estas três categorias, é possível ter um olhar profundo da relação entre elas. Através de exercícios corretos, treino bem efetuado e preparação para o próximo jogo, é relativamente fácil encontrar o alto rendimento ou melhorar o rendimento da equipe.